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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O futuro das vending machines


Todo mundo sabe que no Brasil as máquinas de venda não são muito populares. As coitadas sempre acabam sendo vítimas de vandalismo ou coisa do tipo, não se tornando rentáveis. Contudo, no exterior elas sempre funcionaram muito bem, colocando à venda todo tipo de coisa (mesmo), dependendo do lugar.

Depois do conceito da Social Vending Machine, onde você pode presentear um amigo que é avisado por SMS e retirar o produto em qualquer outra máquina, elas evoluíram ainda mais. As máquinas de touch screen já se encontram nos Estados Unidos, e a Coca-Cola e a Google fizeram a demonstração de uma dessas onde dá pra comprar com Google Wallet.



A idéia do Google Wallet é transformar seu smartphone num cartão de crédito, através do aplicativo para Android. Ele guarda virtualmente os dados dos cartões, e se comunica com as máquinas para realizar o pagamento.

As primeiras máquinas desse tipo devem aparecer nas Olimpíadas do ano que vem para serem testadas.

Será que isso funcionaria por aqui?


Fonte: Brainstorm9 e Simply Zesty.
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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Notebook de Duas Telas?

Direto dos trending topics do twitter para o pipoca. Preparem-se para a nova era de notebooks que virão com duas telas. Eles serão bem úteis para design, video, etc. Porém não dá para ter certeza se essa nova realidade chegará logo por aqui ou se não vai calhar.
Por enquanto fiquem ai admirando as duas telinhas.


quinta-feira, 8 de novembro de 2007

A publicidade mudou. Os publicitários, nem tanto.

Estou em São Paulo participando do II Encontro ESPM de Comunicação e Marketing, onde vim apresentar o artigo "Advergame: diversão em forma de publicidade". Coincidentemente, a exemplo do Seminário Internacional de Comunicação que acontece nesta mesma semana em Porto Alegre - RS, a sociedade do espetáculo é a pauta principal dos debates. A cada palestra, um consenso: a publicidade mudou. Mídia digital é a grande vedete. Mas ninguém aqui fala dos "velhos" banners. O que se quer é que o consumidor tenha EXPERIÊNCIAS com as marcas. Branding, buzz, redes sociais, consumer generated media (CGM), spoof, mashup, plinking, downloadvertising, podcast, marketing de guerrilha e split screen, entre outros termos, não são futuro: são realidade. Impressiona o fato de que o Brasil ainda engatinha em formatos para mobile, mesmo com 112 milhões de celulares tupiniquins habilitados, e TV digital, apesar de seus 10 anos de atraso na implantação. Poucas são as contribuições neste sentido, tanto acadêmicas, quanto do mercado. Mas fiquei chocada mesmo com o que ouvi ontem de dois publicitários de grandes agências. Transcrevendo literalmente suas frases, "Second Life é uma bosta" e "propaganda no celular é só SMS". Isso só demonstra a minha teoria de que o mercado publicitário pouco ou nada conhece de novas tecnologias além do trivial na Internet. Repudiam os famigerados 30" na TV, mas continuam falando em Cannes e afins. Concordo com estes mesmos publicitários quando afirmam que, ao contrário da internet, a linguagem de outros suportes digitais ainda está em construção. Mas como definir a linguagem ideal para atingir o consumidor nestes suportes sem começar e ousar? Eis o desafio de quem quer entrar/se manter no mercado. Como lembrou o Prof. Vinícius Andrade Pereira (ESPM) sobre um grafite num dos muros da cidade, "se você não está confuso, você está mal informado".

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