Com a chegada do fim do ano, o AdWeek já selecionou a lista dos dez melhores comerciais de 2011 escolhidos por eles. O site comenta sobre os comerciais de carro que foram exibidos no último SuperBowl e figuram na lista, bem como a variedade de temas presentes. Confira um deles:
O post com a lista completa pode ser conferida aqui. Está em inglês, porém os comerciais falam por si.
Dica do ComGurus.
Curta-nos no Facebook!
Mostrando postagens com marcador Publicidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Publicidade. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
OPA Univali 2010

Este sábado (23) a Univali abre as portas para todos que anseiam por cursar o ensino superior, mas que talvez estejam ainda em dúvida por qual área seguir.
O OPA - Opção Profissional por Área - é um evento realizado há anos pela universidade a fim de o pessoal possa se familiarizar um pouco com o montante de áreas profissionais existentes no mercado.
Às vezes tem aquele cara que tem uma família inteira de médicos, desde o trisavô, e na hora do vestibular descobre que é a ovelha negra da família - quer fazer Publicidade (caso verídico do nosso curso).
Ou então aquela menina que adorava animais, na adolescência se interessou por matemática e no fim das contas foi fazer Engenharia Mecânica. A vida é mesmo uma caixinha de surpresas.
Na hora da inscrição pro vestibular sempre bate aquela dúvida: "será que é isso mesmo que eu quero?"
E aí está uma ótima oportunidade pra experimentar, conhecer, interagir e até - por que não? - se divertir.
O OPA Univali acontece este sábado, dia 23/10.
O Pipoca cobrirá as atividades do curso de Publicidade pelo twitter, e se você quer ficar por dentro do que rola, procure pela hashtag #opapp2010.
Mais informações no site oficial.
Venha participar!
O Pipoca cobrirá as atividades do curso de Publicidade pelo twitter, e se você quer ficar por dentro do que rola, procure pela hashtag #opapp2010.
Mais informações no site oficial.
Venha participar!
terça-feira, 1 de junho de 2010
O novo Uno, Duni, Te.
O novo Uno fez muito barulho antes de ser revelado. E para promover o lançamento do carro a Leo Burnett criou uma campanha usando elementos lúdicos e caprichando na direção de arte, fazendo um excelente trabalho.
Confira os vídeos da campanha.
Confira os vídeos da campanha.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Piores
Além do site Desencannes, um site bem legal para divertir suas tardes com o lado cômico da publicidade é o Piores Briefings do Mundo.
Abaixo, um aperitivo do que você encontra no site:
Uma amiga Mal Brifada me enviou o seguinte:
"Sou responsável por um informativo diário com notícias de interesse de nossos clientes. SEMPRE coloco a fonte, afinal, sou jornalista e cidadã... gosto de saber (quando leio algo) onde saiu. Numa dessas, recebi uma matéria do atendimento responsável pela XXXX, e, como sempre, sem referência nenhuma.
Mandei um e-mail: "Fulana, pode me passar a fonte, por favor, para que eu possa incluir a notícia no tópico sobre telefonia? Obrigada"
Qual não foi a minha surpresa quando recebi a resposta:"Arial 14´. Quando for assim, é só marcar o texto que aparece a referência da fonte lá em cima. Beijo."
Abaixo, um aperitivo do que você encontra no site:
Uma amiga Mal Brifada me enviou o seguinte:
"Sou responsável por um informativo diário com notícias de interesse de nossos clientes. SEMPRE coloco a fonte, afinal, sou jornalista e cidadã... gosto de saber (quando leio algo) onde saiu. Numa dessas, recebi uma matéria do atendimento responsável pela XXXX, e, como sempre, sem referência nenhuma.
Mandei um e-mail: "Fulana, pode me passar a fonte, por favor, para que eu possa incluir a notícia no tópico sobre telefonia? Obrigada"
Qual não foi a minha surpresa quando recebi a resposta:"Arial 14´. Quando for assim, é só marcar o texto que aparece a referência da fonte lá em cima. Beijo."
terça-feira, 20 de novembro de 2007
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
PARABÉNS...
à todos os alunos de PP que participaram do Talento Universitário, da Furb.
Principalmente àqueles que se destacaram e trouxeram o troféu para casa. São eles:
- Rafael Ferreira Fontes e Vanessa Eloise Mafra, do 7º período, na categoria Logotipia
- Ana Luiza Colzani e Solange Gonzalez Bock, do 6º período, na categoria Apoio
- Pedro Vaz, Leonardo Felippi, Ricardo de Souza, Silvio Cardoso e Thiago Moraes, do 6º período, na categoria Vídeo Publicitário 30"
- Mederijohn Corumbá, 8º período, na categoria Vídeo Experimental
Principalmente àqueles que se destacaram e trouxeram o troféu para casa. São eles:
- Rafael Ferreira Fontes e Vanessa Eloise Mafra, do 7º período, na categoria Logotipia
- Ana Luiza Colzani e Solange Gonzalez Bock, do 6º período, na categoria Apoio
- Pedro Vaz, Leonardo Felippi, Ricardo de Souza, Silvio Cardoso e Thiago Moraes, do 6º período, na categoria Vídeo Publicitário 30"
- Mederijohn Corumbá, 8º período, na categoria Vídeo Experimental
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
VIRTUAL II
Completando o que foi discutido no post anterior, vamos a nova campanha da Giovanni+Draftfcb.
Para lançar o CD Queen Collection, da Som Livre, a equipe se inspirou em vídeos do youtube, nos quais as pessoas aparecem dublando artistas.
Mais um fato que deixa claro a importância do 'mundo virtual' na publicidade.
Veja o comercial da campanha aqui.
Para lançar o CD Queen Collection, da Som Livre, a equipe se inspirou em vídeos do youtube, nos quais as pessoas aparecem dublando artistas.
Mais um fato que deixa claro a importância do 'mundo virtual' na publicidade.
Veja o comercial da campanha aqui.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
A publicidade mudou. Os publicitários, nem tanto.
Estou em São Paulo participando do II Encontro ESPM de Comunicação e Marketing, onde vim apresentar o artigo "Advergame: diversão em forma de publicidade". Coincidentemente, a exemplo do Seminário Internacional de Comunicação que acontece nesta mesma semana em Porto Alegre - RS, a sociedade do espetáculo é a pauta principal dos debates. A cada palestra, um consenso: a publicidade mudou. Mídia digital é a grande vedete. Mas ninguém aqui fala dos "velhos" banners. O que se quer é que o consumidor tenha EXPERIÊNCIAS com as marcas. Branding, buzz, redes sociais, consumer generated media (CGM), spoof, mashup, plinking, downloadvertising, podcast, marketing de guerrilha e split screen, entre outros termos, não são futuro: são realidade. Impressiona o fato de que o Brasil ainda engatinha em formatos para mobile, mesmo com 112 milhões de celulares tupiniquins habilitados, e TV digital, apesar de seus 10 anos de atraso na implantação. Poucas são as contribuições neste sentido, tanto acadêmicas, quanto do mercado. Mas fiquei chocada mesmo com o que ouvi ontem de dois publicitários de grandes agências. Transcrevendo literalmente suas frases, "Second Life é uma bosta" e "propaganda no celular é só SMS". Isso só demonstra a minha teoria de que o mercado publicitário pouco ou nada conhece de novas tecnologias além do trivial na Internet. Repudiam os famigerados 30" na TV, mas continuam falando em Cannes e afins. Concordo com estes mesmos publicitários quando afirmam que, ao contrário da internet, a linguagem de outros suportes digitais ainda está em construção. Mas como definir a linguagem ideal para atingir o consumidor nestes suportes sem começar e ousar? Eis o desafio de quem quer entrar/se manter no mercado. Como lembrou o Prof. Vinícius Andrade Pereira (ESPM) sobre um grafite num dos muros da cidade, "se você não está confuso, você está mal informado".
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
::Tragédia
Confira este magnífico texto do redator Elóy Simôes, do site www.acontecendoaqui.com.br,
que fala sobre a polêmica do suposto "sumiço" dos textos na propaganda.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
"Quem matou o redator?
Por Elóy Simôes
1.Cada vez que eu tinha de apresentar um anúncio para aquele cliente, eu me preparava para uma batalha. A arma que ele utilizava para me atingir eram sempre as mesmas: pra que tanto texto? Ninguém lê isso.
Protegido pelo meu colete a prova de bolas, eu resistia. E respondia ao ataque com a única arma que possuía: a da confiança que o cliente, apesar das discussões acesas que a gente tinha, depositava em mim.
Tá, então vou aprovar. Só pra você não ficar triste.
Um dia, exausto e ainda tenso por causa do embate que tivemos, resolvi deixar passar no corpo de texto uma palavra com grave erro de linguagem. Não me lembro mais qual escolhi, mas era como se eu tivesse escrito Çuissa. Assim mesmo: com cedilha no começo e dois esses no fim.
O anúncio saiu no Estado de S. Paulo, e antes do almoço o cliente já me ligava:
Oh, Elóy, como é que você deixou passar aquele erro no texto? Estou com o saco cheio de gente que me telefona apontando o erro.
Fingi surpresa.Disse que olharia o anúncio publicado, e ligaria de volta. Mas não deixei barato:
Que estranho, você vive dizendo que ninguém lê texto. Como é que esse pessoal descobriu?
Funcionou. Nunca mais aquele cliente me aporrinhou por causa do texto.
2. Recebi uma série de manifestações - algumas reproduzidas no
http://www.aconcetendoaqui.com.br/ - a propósito do artigo que escrevi sobre a morte do texto e, em conseqüência, do redator. Agradeço a todos, inclusive os que me criticam, até porque entendo que nossa profissão precisa discutir mais. Sobre tudo. A diversidade de idéias oxigena, enriquece, quando manifestadas com honestidade.
Tomo a liberdade de comentar a do José Alfredo Abrão, que aponta uma culpada pelo assassinato do redator: a Instantaneidade:"O texto sumiu, acima de tudo, pela necessidade de sermos instantâneos. Pois hoje ninguém para mais do que alguns segundos diante de uma peça publicitária. Na vida que a gente leva, sob intenso bombardeio urbano-midiático, com oceanos de interatividade se abrindo no horizonte, simplesmente não há mais tempo disponível para a leitura."
3 .Será mesmo?
Será que dona Instantaneidade não está sendo injustiçada pelo nosso José Alfredo?
Se é ela, por que Editoras estrangeiras estão desembarcando no Brasil? Por que a Livraria Cultura, a FNAC, a Saraiva, entre outras, crescem tanto? Por que estatísticas recentes indicam que o mercado editorial está crescendo? Por que jornais, com a Folha de S. Paulo, por exemplo, lançam, com sucesso, coleções de livros?
Será que o prazer dessa Instantaneidade é matar apenas os redatores publicitários?
4. Atormentado por essa dúvida, fui buscar, na minha estante, o livro Tem gente achando que você é analfabeto, do Ruy Lindenberg, editado em 2001 pela W/Brasil.
Ele aborda um anúncio que tem exatamente aquele título e que teve tanta repercussão que resultou no livro. Afora o texto introdutório do Ruy,o livro, de 225 páginas, contém apenas mensagens dos leitores.
Surpresa: o texto do anúncio tem uma página inteira, sem ilustração. Senti vontade de reproduzir aqui pelo menos uma parte dele, mas acho uma injustiça com o Ruy e com você. Compre o livro para saboreá-lo e aprender como se escreve.
5. Foi mesmo a Instantaneidade que, cruelmente, assassinou o redator e o texto?
Ou foi uma dupla formada pela Preguiça e Falta de Talento?
Faça sua aposta."
que fala sobre a polêmica do suposto "sumiço" dos textos na propaganda.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
"Quem matou o redator?
Por Elóy Simôes
1.Cada vez que eu tinha de apresentar um anúncio para aquele cliente, eu me preparava para uma batalha. A arma que ele utilizava para me atingir eram sempre as mesmas: pra que tanto texto? Ninguém lê isso.
Protegido pelo meu colete a prova de bolas, eu resistia. E respondia ao ataque com a única arma que possuía: a da confiança que o cliente, apesar das discussões acesas que a gente tinha, depositava em mim.
Tá, então vou aprovar. Só pra você não ficar triste.
Um dia, exausto e ainda tenso por causa do embate que tivemos, resolvi deixar passar no corpo de texto uma palavra com grave erro de linguagem. Não me lembro mais qual escolhi, mas era como se eu tivesse escrito Çuissa. Assim mesmo: com cedilha no começo e dois esses no fim.
O anúncio saiu no Estado de S. Paulo, e antes do almoço o cliente já me ligava:
Oh, Elóy, como é que você deixou passar aquele erro no texto? Estou com o saco cheio de gente que me telefona apontando o erro.
Fingi surpresa.Disse que olharia o anúncio publicado, e ligaria de volta. Mas não deixei barato:
Que estranho, você vive dizendo que ninguém lê texto. Como é que esse pessoal descobriu?
Funcionou. Nunca mais aquele cliente me aporrinhou por causa do texto.
2. Recebi uma série de manifestações - algumas reproduzidas no
http://www.aconcetendoaqui.com.br/ - a propósito do artigo que escrevi sobre a morte do texto e, em conseqüência, do redator. Agradeço a todos, inclusive os que me criticam, até porque entendo que nossa profissão precisa discutir mais. Sobre tudo. A diversidade de idéias oxigena, enriquece, quando manifestadas com honestidade.
Tomo a liberdade de comentar a do José Alfredo Abrão, que aponta uma culpada pelo assassinato do redator: a Instantaneidade:"O texto sumiu, acima de tudo, pela necessidade de sermos instantâneos. Pois hoje ninguém para mais do que alguns segundos diante de uma peça publicitária. Na vida que a gente leva, sob intenso bombardeio urbano-midiático, com oceanos de interatividade se abrindo no horizonte, simplesmente não há mais tempo disponível para a leitura."
3 .Será mesmo?
Será que dona Instantaneidade não está sendo injustiçada pelo nosso José Alfredo?
Se é ela, por que Editoras estrangeiras estão desembarcando no Brasil? Por que a Livraria Cultura, a FNAC, a Saraiva, entre outras, crescem tanto? Por que estatísticas recentes indicam que o mercado editorial está crescendo? Por que jornais, com a Folha de S. Paulo, por exemplo, lançam, com sucesso, coleções de livros?
Será que o prazer dessa Instantaneidade é matar apenas os redatores publicitários?
4. Atormentado por essa dúvida, fui buscar, na minha estante, o livro Tem gente achando que você é analfabeto, do Ruy Lindenberg, editado em 2001 pela W/Brasil.
Ele aborda um anúncio que tem exatamente aquele título e que teve tanta repercussão que resultou no livro. Afora o texto introdutório do Ruy,o livro, de 225 páginas, contém apenas mensagens dos leitores.
Surpresa: o texto do anúncio tem uma página inteira, sem ilustração. Senti vontade de reproduzir aqui pelo menos uma parte dele, mas acho uma injustiça com o Ruy e com você. Compre o livro para saboreá-lo e aprender como se escreve.
5. Foi mesmo a Instantaneidade que, cruelmente, assassinou o redator e o texto?
Ou foi uma dupla formada pela Preguiça e Falta de Talento?
Faça sua aposta."
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Giovanni Draft+Habib´s
Aqueles que assistiram à palestra da Marília Naigeborin (Insight Catalyst da Giovanni Draft+FCB), na Univali, dia 10 de setembro, devem se lembrar.
Quando a publicitária veio até a universidade mencionou o planejamento que a agência elaborou para a rede de fast food Habib´s, mas não pode falar muito a respeito.
Pois é, a campanha saiu e vem com novo posicionamento.
“Descobrimos que o Habib’s é muito mais do que o cliente enxerga. Uma das razões para isso é o preço, por isso, resolvemos trabalhar a questão entre preço e valor”, explica Adilson Xavier, presidente e diretor de criação da Giovanni Draft+FCB.
Quando a publicitária veio até a universidade mencionou o planejamento que a agência elaborou para a rede de fast food Habib´s, mas não pode falar muito a respeito.
Pois é, a campanha saiu e vem com novo posicionamento.
“Descobrimos que o Habib’s é muito mais do que o cliente enxerga. Uma das razões para isso é o preço, por isso, resolvemos trabalhar a questão entre preço e valor”, explica Adilson Xavier, presidente e diretor de criação da Giovanni Draft+FCB.

Para saber mais acesse: http://www.portaldapropaganda.com/comunicacao/2007/10/0021
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Olivetto e a Criatividade do Publicitário Brasileiro
Com o título "Don't cry for us, Argentina", o publicitário Washington Olivetto produziu um belo texto que fala sobre a criatividade do publicitário brasileiro. Não, não é mais um texto para incentivar a "hermanofobia" - como poderia sugerir o título - pois como bom criador, Olivetto não dá bola para essas coisas.
Um dos pontos que mais chamam a atenção é quando fala sobre o uso da tecnologia: "(...) de um lado, scanners e Photoshops facilitam o dia-a-dia, por outro lado, muitas vezes transformam profissionais de criação em meros reprodutores do já existente."
Confira no site Jornalirismo: http://www.jornalirismo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=175
(Link enviado pelo acadêmico Leonidas Razera Neto. Envie tembém o seu!)
Um dos pontos que mais chamam a atenção é quando fala sobre o uso da tecnologia: "(...) de um lado, scanners e Photoshops facilitam o dia-a-dia, por outro lado, muitas vezes transformam profissionais de criação em meros reprodutores do já existente."
Confira no site Jornalirismo: http://www.jornalirismo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=175
(Link enviado pelo acadêmico Leonidas Razera Neto. Envie tembém o seu!)
Assinar:
Postagens (Atom)







